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	<title>Trovoadas</title>
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	<description>Blog pessoal de Edilberto de Campos Trovão</description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Aug 2010 13:33:38 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O CIGARRO CONTRABANDEADO – ÚLTIMA PARTE</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 13:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Souza Cruz reduz preço do cigarro no PR
A Souza Cruz divulgou nota ontem informando que reduziu na quinta-feira o preço de três de suas marcas de cigarros nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os estados são considerados pela companhia as regiões de maior concorrência. &#8220;O reposicionamento objetiva aumentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span id="more-456"></span>Souza Cruz reduz preço do cigarro no PR</strong></p>
<p>A Souza Cruz divulgou nota ontem informando que reduziu na quinta-feira o preço de três de suas marcas de cigarros nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os estados são considerados pela companhia as regiões de maior concorrência. &#8220;O reposicionamento objetiva aumentar a competitividade das marcas da Souza Cruz diante do crescimento da ilegalidade, que representa 35% dos cigarros comercializados no Brasil&#8221;, justifica a nota. A decisão foi tomada, segundo a empresa, com o propósito de fortalecer o portfólio da companhia nessas regiões. &#8220;Os preços alterados, por tempo limitado, são os das famílias Free e Hollywood e do Hilton Slims&#8221;, informou a Souza Cruz. Na família Free (Free B Box, Free 4 e Free 1), os preços passam de R$ 2,25 para R$ 2,00. Para o Free KS, o valor cai de R$ 2,00 para R$ 1,75. Hollywood Blue, Green e Red passam de R$ 1,75 para 1,50, enquanto Hilton Slims cai de R$ 1,60 para R$ 1,50. A companhia objetiva, com isso, fazer frente à dura concorrência dos cigarros contrabandeados do Paraguai, que chegam no Brasil em quantidades cAda vez maiores, custando muitas vezes menos um real a carteira.<a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[1]</a><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>                   Por outro lado, o Poder judiciário decidiu que  ilícito consistente na entrada proibida, em território nacional, de cigarros de fabricação brasileira comercializada no exterior é crime de bagatela e que, portanto, o crime é materialmente atípico.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Descaminho. Contrabando. Insignificância</p>
<p>&#8220;O descaminho pode ser considerado delito do bagatela quando o dano resultante da infração não cause impacto no objeto jurídico do tipo penal, em razão da pequena quantidade de produtos apreendidos a de seu diminuto valor. O mesmo se pode dizer do ilícito consistente na entrada proibida, em território nacional, de cigarros de fabricação brasileira comercializada no exterior. Conseqüentemente, a conduta delituosa é materialmente atípica, incidindo o principio da insignificância jurídica.&#8221;</p>
<p>JR F 4° R.. Res. n° 200072030015840. Turma Especial, rel. juiz Élcio Pinheiro de Castro. j. 24.07.02, v.u., DJU 07.08.02, p. 455).</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>PENAL – CONTRABANDO – CIGARROS NACIONAIS DESTINADOS EXCLUSIVAMENTE PARA EXPORTAÇÃO – INEXPRESSIVIDADE DA LESÃO AO ERÁRIO – APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA – I – A reinternação clandestina em território nacional de cigarros nacionais destinados exclusivamente à exportação equipara-se à &#8220;mercadoria de procedência estrangeira&#8221;, caracterizando o crime de contrabando. II – Aplicável ao contrabando, sem expressividade econômica, o princípio da insignificância, ante a ausência de potencialidade lesiva e a não-subsunção ao conceito de crime. III – Apelação a que se nega provimento. (TRF 1ª R. – ACR 01000552083 – RO – 3ª T. – Relª Juíza Conv. Monica Jaqueline Sifuentes – DJU 22.11.2002 – p. 41)</p>
<p>PENAL – CONTRABANDO DE CIGARROS NACIONAIS DESTINADOS À EXPORTAÇÃO – ART. 334 DO CÓDIGO PENAL – INSIGNIFICÂNCIA JURÍDICA – CRIME DE BAGATELA – INSUFICIENTE POTENCIALIDADE LESIVA DA CONDUTA – REFORMA DA SENTENÇA – 1. Não apenas o aspecto patrimonial é determinante para o acolhimento do princípio da insignificância jurídica. No descaminho/contrabando, para a avaliação do que seja insignificante, nem sempre serão valores numéricos, não obstante, o caráter econômico do eventual tributo iludido. 2. No caso sob exame, restou constatado que a conduta do agente não teve poder lesivo suficiente para atingir o bem jurídico tutelado pela lei, impondo-se a sua absolvição. 3. Recurso provido. (TRF 4ª R. – ACr 1999.04.01.093917-5 – RS – 2ª T. – Rel. Juiz João Pedro Gebran Neto – DJU 21.02.2001 – p. 159)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>                   </strong>E, ainda, como se fossemos ignorantes, afirmam, com veemência, que estão preocupados <strong>“só com a nossa saúde”</strong>, porque os falsificados são produzido com substâncias nocivas à saúde e que não possuem controle de qualidade.</p>
<p>                   Quando então Ministro da Saúde, o Dr. Adib Jatene não precisava ter mendigado recursos para a área, inclusive com a criação do famigerado IPMF, que, aliás, não resolveu o problema da saúde pública no Brasil, e a Previdência Social não teria problemas financeiros. Bastaria ter aumentado o preço do cigarro: era bem mais fácil!</p>
<p>                   A saúde pública não estaria no caos em que se encontra!</p>
<p>                   Os que dependem do Ministério da Saúde, são, geralmente, mal atendidos.          </p>
<p>                   Imaginem, então, se o Ministério da Saúde não pudesse contar com o imposto elevado que recebe oriundo da indústria tabagista.</p>
<p>                    É cediço que a saúde pública no Brasil anda de mal a pior.</p>
<p>                   Diante de tais afirmações, uma nova advertência poderia ser inserida nas carteiras de cigarros:</p>
<p>                                                                                                                                                                                     Os fumantes advertem: o Ministério faz mal à saúde.</p>
<hr size="1" /><a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[1]</a> <em>Jornal “Tribuna do Paraná”, edição de 24/junho/2003 – p. 05</em></p>
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		<title>O CIGARRO CONTRABANDEADO – 3ª parte</title>
		<link>http://www.trovoadas.com.br/?p=453</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 14:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O que o Governo não pode, e não quer, é perder um R$ 1 bilhão por ano.
                   Aliás, R$ 1 bilhão de reais é exatamente o montante de recursos que o Sr. Ministro da Saúde, Barjas Negri, afirmou, ao lançar o Programa Nacional de Controle da Dengue, destinado para o ano de 2002. [1]
                   Fabiula [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-453"></span>O que o Governo não pode, e não quer, é perder um R$ 1 bilhão por ano.</p>
<p>                   Aliás, R$ 1 bilhão de reais é exatamente o montante de recursos que o Sr. Ministro da Saúde, Barjas Negri, afirmou, ao lançar o Programa Nacional de Controle da Dengue, destinado para o ano de 2002. <a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[1]</a></p>
<p>                   Fabiula Wurmeister escreveu interessantíssima matéria no  sobre o contrabando de cigarros </p>
<p><em>“Cidad del Leste, no Paraguai, é principal destino dos sacoleiros interessados em faturar alto, principalmente se a mercadoria escolhida for o cigarro produzido no Brasil e exportado para o país vizinho, responsável também por boa parte do produto de origem duvidosa, geralmente falsificado por empresas tabagista paraguaias. Nas bancas de camelôs é possível encontrar todo tipo de mercadorias possíveis e imaginárias, desde meias, pilhas, óculos, panelas e brinquedos, até cópias perfeitas dos produtos conhecidos em todo mundo e muito consumidos por causa da qualidade ou tradição da marca. Com os cigarros nada é diferente. As barracas identificados pelo nome dos “patrocinadores” ou enfeitadas com bandeirolas das mais variadas marcas de cigarro e tabelas oficiais de preço fornecidas pela maior distribuidora do Paraguai, a Global Enterprise S/A &#8211; com sede em Assunção e filial em Hernadárias, a 10 quilômetros do centro comercial de Cidade del Leste &#8211; são pontos de constante movimento vans e táxis que cruzam a fronteira com mercadorias contrabandeadas. Entre as cercas e 200 marcas expostas nas bancas sobre as calçadas, ou amontoados nas vitrines e depósitos de pequenas lojas da cidade, estão as mais consumidas pelos brasileiros &#8211; principais clientes dos “importados” no Paraguai. É fácil encontrar também aquelas marcas menos conhecidas, mas que convencem pelo baixo preço cobrado, principalmente em relação ao produto comercializado em território nacional. Segundo levantamento feito pela Polícia Federal, entre os cigarros apreendidos durante a fiscalização, os preferidos pelos sacoleiros são o Free, Carlton, Hollywood, Derby e L&amp;S – entre os fabricados no Brasil &#8211; Palermo, Plaza, Boqueron, TE, Bill, US, Star e LS &#8211; de origem paraguaia, além dos Calvert e Brodway, importados do Uruguai. Ao contrário do que se pensa, nem todos os cigarros falsificados são produzidos no país vizinhos. Alguns carregamentos chegam da China, através dos portos de Santos e Paranaguá, escondidos em caixas de brinquedos, roupas e eletrônicos. <strong>Incentivos</strong>. A aventura das centenas de cigarreiros, das diversas regiões do país, é compensada pela garantia do lucro certo com a venda do tabaco “importado”. A diferença de preço do produto trazido do Paraguai para a revenda chega a 50%, graças à política de incentivo à exportação, a qual garante a isenção de impostos sobre produtos “made in Brazil”. Já o cigarro fabricado para o consumo nacional é um dos artigos que mais sofrem com a taxação de impostos, atingindo 74% do preço final. Uma caixa com 50 pacotes de cigarros de primeira linha é vendido no Paraguai por US$ 200 (R$ 370) e o de qualidade inferior não sai por menos de  US$ 130 (R$ 240). Quando chegam ao Brasil, essas mercadorias são revendidas por a US$ 350 e US$ 230, respectivamente. Em uma das lojas especializadas no comércio de cigarros em Ciudad del Este, o preço do pacote e cigarros varia de US$ 1,25 (marca  Melborne, uma imitação grosseira do famoso  Marlboro) até US$ 5,94 (valor cobrado pelo brasileiro Carlton). Entre os mais vendidos o Free (US$ 4,70), também fabricado no Brasil. “Compramos todos essas mercadorias de seis grandes distribuidoras que atuam na cidade”, explica o vendedor Sebastião Gimenez. Mesmo com alta lucratividade do negócio, o comércio de cigarros chegou a cair 75%. “Até alta do dólar, chegávamos a vender mais de 120 caixas nos dias de maior movimento. Hoje, no os nossos clientes (90% brasileiros e 10% argentinos) não levam mais que 30 caixas”, detalha o vendedor. O cigarro produzido no Brasil é um dos mais baratos em todo mundo. Esta vantagem deu ao país o título de maior explorador de tabaco, mantido desde 1993, e quarto maior produtor da especiarias, perdendo apenas para China, EUA e Índia. <strong>Falsificações</strong>. Além do contrabando, caracterizado pela entrada no país de produtos brasileiros destinados exclusivamente à exportação, e do descaminho, quando mercadorias importadas são trazidas sem nenhum registro, permissão ou pagamento das taxas legais, outro problema bastante comum, e  alavancador deste comércio ilegal, é a falsificação de cigarros. Mesmo com a intenção do governo paraguaio no combate à pirataria, algumas tabacarias continuam produzido grandes quantidades de cigarros registrados com marca quase semelhantes às comercializado no Brasil. Entre as milhares de caixas de cigarros acomodadas no depósito da Receita Federal, em Foz do Iguaçu, é possível encontrar algumas dessas marcas como o caso do Plaza, Hollywood e Free. A estratégia usada pelos falsificadores é bastante simples. Aproveitando-se do “sucesso” dos produtos que têm maior aceitação no Brasil, essas empresas se beneficiam inclusive do logotipo e das características da embalagem de cigarros e registram o produto com mesmo nome, incluindo apenas o nome da fábrica, no caso Boqueron, com letras bem menores que as do nome mais visível. <strong>O contrabando de cigarros</strong> &#8211; Parte fabricado no Brasil, parte falsificado no Paraguai &#8211; é responsável por 2 bilhões de dólares em prejuízos à arrecadação do país por causa da evasão fiscal. O cigarro, que passa pela Ponte Internacional da Amizade, que liga Foz do Iguaçu à Ciudad del Este, representa cerca de 15% de tudo que é consumido pelos brasileiros. <strong>Apreensões </strong>- A Delegacia da Receita Federal em Foz do Iguaçu recupera grandes quantidades de mercadorias contrabandeadas do Paraguai a cada ano. Entre os principais produtos estão o cigarro (49,4%), eletrônicos (10,8%), componentes de informática (10,4%) e bebidas (3%). Nos cinco primeiros meses deste ano (2000), o cigarro, principal produto comercializado na fronteira, já representa cerca de US$ 5,25 milhões do total de apreensões. Este número ainda é 7,6 pontos percentuais menor que o registrado em 99, quando os 3.682.900 pacotes de cigarros chegaram a representar 57% em relação aos valores totais das mercadorias apreendidas. Em 98, este índice alcançou 52%, com a apreensão de 3.624.500 pacotes do produto. Segundo a Polícia Federal, apesar da fiscalização da passagem pela aduana, na Ponta da Amizade, pelo Posto de Fiscalização Bom Jesus, em Medianeira, a 60 quilômetros de Foz do Iguaçu e pelas barreiras policiais ao longo das rodovias, apenas 3% dos cigarros contrabandeados do Paraguai são aprendidos. Na semana anterior, um ônibus com 183.000 pacotes de cigarro foi apreendido pela Polícia Federal. A carga avaliada em R$136.000,00 no preço de compra, iria para a Bahia, principal destino do tabaco paraguaio, assim como para o Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. No ano passado 303 pessoas foram detidas na fronteira pelo crime de contrabando, a maioria de cigarros, cuja pena varia de 1 a 4 anos de reclusão, sujeito ao pagamento de fiança, determinada  especificamente pelo juiz com base nas particularidades de cada caso. <strong>Transporte</strong> &#8211; em 97 e 98, anos em que o comércio tabagista na fronteira alcançou o auge, filas de “laranjas” (pessoas pagas para atravessar as mercadorias importadas) se formavam no lado brasileiro da Ponte da Amizade, de onde eram arremessadas centenas de caixas de cigarros do Rio Paraná. Embrulhados com vários sacos de lixo, as caixas, que comportam 50 pacotes cada uma, eram recuperadas por cigarreiros que esperava o “derrame” em pequenos barcos nas margens do rio. Tudo para fugir da fiscalização na aduana brasileira. A Receita Federal cercou os limites da ponte com alambrados de quatro metros de altura. Mesmo assim, a ação dos laranjas não diminuiu. Enquanto alguns jogavam as caixas por cima da cerca, outros pulavam o passavam pelas frestas abertas na proteção de arame. A solução foi intensificar o policiamento área. “Apesar da diminuição nesse tipo de contrabando, a passagem das caixas é feita através do “transporte formiguinha” onde um batalhão de pessoas vive desse trabalho. Outra parte entra no Brasil pelos ônibus urbanos, táxis e vans. E, agora, grandes carregamentos são trazidos do Paraguai por barcos que cruzam o rio durante a madrugada”, explica o Delegado da Polícia Federal de Foz Iguaçu, Eudes Carneiro”. Uma comparação entre a carga tributária no Brasil e no exterior, em percentagens sobre o preço, dá uma exata idéia da importância imposto: Argentina (68%), México (50%), Estados Unidos  (33%), Paraguai (13%),<strong> BRASIL</strong> <strong>(73,55%)</strong>.<a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn2"><strong>[2]</strong></a>  </em> </p>
<p><em> </em></p>
<p><em>                   </em>A Souza Cruz, preocupadíssima com a diminuição em suas vendas, por causa do contrabando, resolveu enfrentar o problema, reduzindo o preço, no Paraná,d e seus produtos.</p>
<hr size="1" /><a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[1]</a>  <em>Gazeta do Povo, edição de 25 de julho de 2002, p. 16</em></p>
<p><a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref2">[2]</a> <em>Jornal “Tribunal do Paraná, edição de 19 de junho de 1999,</em></p>
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		<title>O CIGARRO CONTRABANDEADO – 2ª parte</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 18:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A INDÚSTRIA DO CIGARRO PIRATA
Produto falsificado no Paraguai é vendido no Brasil e causa prejuízos às indústrias e aos cofres do país.
 A CAIXA LANÇADA DE UMA ALTURA de 70 metros da Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, tem origem e destino certos. Os500 maços de cigarro saíram nu­ma terça‑feira da Tabacalera Sula­mericana, no Paraguai, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span id="more-451"></span>A INDÚSTRIA DO CIGARRO PIRATA</strong></p>
<p>Produto falsificado no Paraguai é vendido no Brasil e causa prejuízos às indústrias e aos cofres do país.</p>
<p> A CAIXA LANÇADA DE UMA ALTURA de 70 metros da Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, tem origem e destino certos. Os500 maços de cigarro saíram nu­ma terça‑feira da Tabacalera Sula­mericana, no Paraguai, e na manhã seguinte já estavam na margem brasileira do Rio Paraná, em Foz. Dali, os receptadores só preci­saram usar as trilhas ao redor da aduana p4ra driblar os fiscais da Receita Federal. Dois dias depois, cada maço de Free era vendido a R$1,00 em São Paulo. Esta é a parte visível de uma indústria que tem as fronteiras bra­sileiras como porta de entrada do contrabando. Esse comércio ilegal é feito por quadrilhas organizadas, violentas e bem armadas, que uti­izam também portos e aeroportos para escoar grandes quantidades do produto. Os portos são a princi­pal via de entrada dos cigarros fal­sificados na China e demais asiáticos, segundo a Associação Brasileira de Combate à Falsifica­ção (ABCF), que reúne 120 gran­des empresas de diversos setores. 0 mapa do contrabando revela a vulnerabilidade nos extremos do Brasil. 0 cigarro ‑ e vários outros tipos de mercadorias ‑ entra de forma ilegal em território nacional pelas fronteiras de Chuí e Uruguaiana (RS), Guaíra e Foz do Iguaçu (PR), Ponta Porã e Corumbá (MS), Guajará‑Mirim (RO) e Paracaima (RR). Os portos mais vulneráveis ao contrabando se estendem desde Rio Grande (RS)  até Manaus (AM), passando por Paranaguá (PR), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Recife (PE). Em Foz, os 18 quilômetros de margens do Rio Paraná entre a usi­na de Itaipu e o término da frontei­ra com o Paraguai se tornaram ter­ritório dominado pelos contraban­distas de cigarro. 0 ponto mais crí­tico é o bairro Porto Belo, entre a hidrelétrica e o centro da cidade, onde á rede dos profissionais do contrabando se instalou para con­trolar as operações de travessia do rio. Em lugares assim, as policias Civil, Militar e Federal evitam rea­lìzar operações de repressão. Há dias em que o lugar parece um formigueiro humano. Dezenas de soldados rasos do contrabando bem as encostas para levá-las até as Kombis é Vans no topo do morro. Tudo é muito rápido, em operações coordenadas por meio de radiocomunicadores. Olheiros do grupo avisam quando há perigo. Tamanha eficiência. garante o ingresso de grande parte dos 50 bilhões de unidades injetadas a cada ano no mercado negro brasileiro. A produção oficial de cigarros no Brasil é de 98 bilhões de unidades por ano, pára um consumo de 150 bilhões. A diferença seria, o tamanho da produção e venda clandestina. A indústria tabageira aponta o contrabando como inimigo número um. De cada três cigarros fumados no Brasil, um é contrabandeado. As razões são óbvias: a marca, que custa R$ 2,25 em pontos de venda autorizada não sai por mais de R$ 1,10 nas barracas de camelôs. Per causa dessa disparidade, as maiores fabricantes do País Souza Cruz e Phillip Morris ‑ perdem cada vez mais espaço para o mercado ilegal (contrabando, falsificação e evasão fiscal), o terceiro maior da América Latina segundo a Receita Federal. 0 mercado nacional de cigarros movimenta por ano R$ 8,5 bilhões, dos quais R$1,9 bilhão gerado pelo contrabando. Das 420 marcas comercializadas no país, apenas 54 (13%) são legais e 366 (87%) ilegais. 0 negócio é tão rentável que o Paraguai saltou de três fábricas em 1993 para 36 hoje, com uma capacidade instalada para produzir 67 bilhões de cigarros por ano. Com o Uruguai, manda para o Brasil quase 90% de tudo que produz. 0 cigarro entra em território brasileiro via contrabando, alimentado pela diferença de tributação. Enquanto o Brasil cobra 75% em IPI, PIS/Cofins, ICMS, a carga tributária nos dois países é de 13%. &#8220;Como pode o Brasil, com 170 milhões de habitantes, ter 11 fábricas e o Paraguai, com 5 milhões de habitantes, ter 36?&#8221;, questiona, o fundador há 12 anos da ABCF, Fernando Ramazzini. Para o presidente da Souza Cruz, Flavio de Andrade, o governo precisa de mais determinação para combater o contrabando. Segundo ele, o consumo no Brasil está crescendo, mas a oferta de produtos formais está diminuindo devido ao contrabando. MAURI KOPNIG<a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[1]</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>CIGARRO É PREJUDICIAL AO FISCO<br />
<strong>Cerca de 30% do fumo consumido no Brasil entra pela fronteira como contrabando GUILHERME EVELIN, DE CIUDAD DEL ESTE (PARAGUAI)</strong></p>
<p><em>Todos os dias, o paranaense Márcio Adriano Possamae, 17 anos, acorda cedo para cumprir uma rotina estafante. No jargão dos cigarreiros, os profissionais do contrabando, Márcio é um &#8220;mula&#8221;. De manhã até o final da tarde, seu trabalho é cruzar os 525 metros da Ponte Internacional da Amizade, carregando caixas com 50 pacotes de cigarros de Ciudad del Este, no Paraguai, até Foz do Iguaçu, no Brasil. Cada uma pesa em média 15 quilos, e Márcio leva duas ou três nas costas em cada travessia. Para driblar os fiscais da Receita Federal, a uns 50 metros do posto da aduana, ele pula um alambrado que costeia a ponte do lado brasileiro num ponto em que os &#8220;cigarreiros&#8221; estrategicamente abriram um buraco para facilitar a passagem da muamba. É uma forma de sobrevivência dura e arriscada. Além de serem vítimas da ação de ladrões e pivetes, alguns &#8220;mulas&#8221; já morreram depois de receber na cabeça caixas de cigarros arremessadas do alto da ponte. Mas, em tempos bicudos de desemprego, a atividade atrai cada vez mais gente. Como Márcio, dezenas de outros brasileiros e &#8220;xirus&#8221; (gíria para designar os paraguaios) ganham a vida como soldados rasos do contrabando. &#8220;Ganho R$ 5 por caixa. Se dou a garantia da mercadoria, posso receber até R$ 8. Mas, se perder a caixa, sou eu que assumo o prejuízo. No final do mês, dá para tirar até uns R$ 600 mais do que peão fichado (trabalhador de carteira assinada)&#8221;, compara Márcio. A 1,5 mil quilômetros de Foz do Iguaçu, a maranhense Gilvanete Barbosa, 30 anos, vende cigarros paraguaios na estação rodoviária de Brasília, próxima ao Ministério da Fazenda. Ela recebe R$ 70 por semana de seu &#8220;patrão&#8221;, o intermediário que controla diversos pontos de venda na região. Os mulas da fronteira e os camelôs das grandes cidades brasileiras são apenas o lado mais vísivel e pobre do contrabando, mas o escancaramento com que atuam, diante das vistas impotentes e omissas dos representantes do Estado, mostra bem o descontrole que o comércio ilegal de cigarros atingiu no Brasil. Cerca de 30% dos 150 bilhões de cigarros que serão consumidos este ano pelos fumantes brasileiros entram de forma ilícita no País, o que prejudica toda a sociedade. Em primeiro lugar, as proporções alarmantes atingidas pelo contrabando faz com que o Ministério da Saúde perca o controle da qualidade do fumo consumido no País. Como muitos cigarros comercializados ilegalmente têm procedência, no mínimo, duvidosa, podem-se imaginar as consequências para a saúde dos fumantes. Além disso, o contrabando provoca uma sangria nos cofres públicos. &#8220;A evasão fiscal por causa do contrabando de cigarros supera R$ 1 bilhão por ano&#8221;, avalia o secretário da Receita Federal, Everardo Maciel. Apesar de sofrer a concorrência de cigarros estrangeiros, pirateados ou simplesmente falsificados, a indústria do fumo é uma das maiores beneficiárias do comércio clandestino. Estima-se que 60% dos cigarros contrabandeados são produtos brasileiros que são exportados, dão um passeio lá fora e retornam clandestinamente ao Brasil. A Receita suspeita que parte dessas exportações nem chegue a sair do País e são, na verdade, vendas fictícias para o Exterior. Como a exportação de cigarros não é tributada, os fabricantes têm nessa operação de ida e volta um lucro de mais de 70%, referentes à isenção de pagamentos de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e PIS/Cofins. Embora as exportações das grandes fábricas de cigarros – Souza Cruz e Philip Morris – sejam todas legais, o volume de importações feito por alguns países da América do Sul, Central e Caribe mostra claramente que essas compras estão sendo feitas com o objetivo da revenda ilegal para o Brasil. &#8220;A operação de exportação e retorno ilegal acaba se constituindo, infelizmente, no único mecanismo de defesa das indústrias de fumo contra a invasão de produtos de outros países&#8221;, admite o presidente da Souza Cruz, Flávio de Andrade. O movimento dos formiguinhas na Ponte da Amizade não ocorre à toa. A principal rota do passeio de ida e volta dos cigarros brasileiros é o Paraguai. Com uma população de cinco milhões de habitantes, o mais problemático sócio do Brasil no Mercosul importa mais de 18 bilhões de cigarros brasileiros por ano, quase seis vezes mais do que os fumantes paraguaios consomem. No primeiro bimestre deste ano, só a Souza Cruz, maior indústria nacional, exportou para o Paraguai 2,2 bilhões de cigarros. Segundo estimativas da própria Associação Brasileira das Indústrias de Fumo (Abifumo), 85% das vendas feitas pelas fábricas brasileiras para o Paraguai destinam-se ao comércio ilegal com o Brasil. Mesmo com as deficiências de fiscalização da aduana brasileira, que tem estrutura para fiscalizar apenas de 6% a 7% dos ônibus de sacoleiros, uma amostra do colossal volume de cigarros brasileiros que saem do Paraguai pode ser vista nos armazéns da Receita em Foz. Uma montanha de dois milhões de pacotes de cigarros apreendidos pelos fiscais está acumulada no depósito. Para que o estoque não transborde de muamba, duas carretas levam diariamente uma carga para incineração. &#8220;Temos consciência de que o problema é sério, mas não temos estrutura para coibir&#8221;, reconhece Kléber José dos Santos, chefe do serviço de controle aduaneiro em Foz do Iguaçu. Apesar desse desaparelhamento, a Receita tem conseguido avançar na identificação de outras rotas de contrabando. Na madrugada do dia 16 de julho, com a ajuda da Polícia Federal, fiscais do Porto de Paranaguá (PR) conseguiram apreender cinco contêineres descarregados pelo navio M. V. Santos que continham cigarros contrabandeados de Trinidad e Tobago. Esse pequeno país do Caribe também está se especializando na importação de um volume absurdo de cigarros brasileiros. De janeiro a abril deste ano, a ilha comprou US$ 8 milhões, algo em torno de 1,7 milhão de maços por mês, o que seria suficiente para que toda a população de Trinidad e Tobago, inclusive crianças e adolescentes, fumasse mais de um maço de cigarros a cada 30 dias. Antes de ter a sua carga de cigarros apreendida em Paranaguá, o M.V. Santos fez um passeio pelo litoral brasileiro, com escalas nos portos de Fortaleza, Salvador, Rio Grande (RS) e Itajaí (RS), o que indica uma poderosa rede de distribuição espalhada por todo o território brasileiro. Os cinco contêineres com dois milhões de maços de cigarros alimentariam o mercado de São Paulo e foram descobertos porque os contrabandistas apresentaram documentos falsos de importação, em que identificaram a carga como alcaravia – um tempero utilizado em pães, pastas de queijo e saladas de repolho. Sessenta toneladas de alcaravia seriam suficientes para abastecer da especiaria todo o País. Resultado: desde o dia 23 de julho, qualquer importação originária de Trinidad e Tobago passa por um pente-fino. O governo também liberalizou a política de tarifas de cigarros, cuja rigidez era um dos motivos de estímulo ao contrabando. Os reajustes de preços, que antes eram anuais, agora podem ser feitos a cada três meses. O objetivo não é estimular aumentos, mas permitir que os preços possam ser reduzidos, o que diminuiria a distância entre o produto vendido regularmente e o contrabandeado. A Receita estuda também a adoção de uma medida de alto poder de combustão: tributar a exportação. Vale lembrar que a isenção de impostos para a venda ao Exterior é que torna o contrabando lucrativo. &#8220;Taxar a exportação vai prejudicar o Brasil. Não venderá o fumo e os contrabandistas vão comprar de outros países&#8221;, critica o presidente da Abifumo, Nestor Jost. Os fabricantes, claro, defendem a redução dos impostos. &#8220;O contrabando existe porque há atrativo financeiro. No Brasil, o imposto sobre o cigarro é de 73,5% e no Paraguai de 16%&#8221;, faz coro Cloroaldo Celentano, vice-presidente de assuntos jurídicos da Philip Morris. Com essa carga de impostos, o cigarro brasileiro é um dos mais taxados do mundo. Um maço de Free, marca da Souza Cruz, pode ser comprado em Ciudad del Este por R$ 0,60, enquanto é vendido no Brasil por R$ 1,60. A solução do problema torna-se ainda mais difícil quando se sabe que o governo paraguaio faz vistas grossas para as fábricas que se instalam na fronteira com o objetivo claro de alimentar o contrabando para o Brasil. Essas indústrias especializam-se na imitação ou falsificação. Com um brasileiro no seu quadro de sócios, a Imperial Tabacos, de Ciudad del Este, por exemplo, produz a marca Kirby, em tudo inspirada no Derby, da Souza Cruz, vendida a R$ 0,55 nas regiões Sudeste e Nordeste. &#8220;Nossa produção obedece à legislação paraguaia e nada temos a ver com o contrabando&#8221;, esquiva-se Jorge Paiva, gerente-geral da Imperial Tabacos, ex-funcionário da R.J. Reynolds no Brasil. Contra esse tipo de &#8220;importação&#8221;, o governo brasileiro tem feito pressão sobre as autoridades paraguaias, mas até agora nada surtiu efeito.<a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn2"><strong>[2]</strong></a></em></p>
<p><em> </em></p>
<hr size="1" /><a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[1]</a> Gazeta do Povo, domingo, 01 de junho de 2003</p>
<p><a href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref2">[2]</a> <em>Revista “Isto É”, edição de 2 de setembro de 1998</em></p>
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		<title>O CIGARRO CONTRABANDEADO &#8211; 1ª parte</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 17:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[                          
 
                   Sustentam que o cigarro contrabandeado é produzido com substâncias nocivas à saúde e que não possuem controle de qualidade.
                   Mas, se este argumento fosse válido, se não houvesse preocupação com a diminuição da arrecadação, os antitabagistas e o Governo teriam que explicar, com convicção, uma contradição existente nesta afirmativa: se os cigarros contrabandeados são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: list 0cm left 2.0cm center 290.7pt right 506.7pt; mso-list: l0 level2 lfo1;"><span style="font-size: 12pt;"><em><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 2;"><span id="more-448"></span>                         </span></span></em></span><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></h2>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Sustentam que o cigarro contrabandeado é produzido com substâncias nocivas à saúde e que não possuem controle de qualidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Mas, se este argumento fosse válido, se não houvesse preocupação com a diminuição da arrecadação, os antitabagistas e o Governo teriam que explicar, com convicção, uma contradição existente nesta afirmativa: se os cigarros contrabandeados são produzidos com substâncias nocivas à saúde e, além disso, não são submetidos a controle de qualidade, a conclusão lógica é que os produzidos legalmente não apresentam substâncias nocivas à saúde, porque são submetidos a controle de qualidade!</span></span></p>
<p class="BodyText27" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Os antitabagistas alardeiam, em claro, alto e bom som, que o cigarro é nocivo à saúde!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">O Ministério da Saúde intensifica a campanha antitabagista, tentando provar que o cigarro é prejudicial à saúde!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Tanto que inseriu na carteira a advertência de que o cigarro faz mal à saúde!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Temos, então, que o Governo e o Ministério da Saúde, autorizam a fabricação de um produto prejudicial à saúde.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;">  </span><span style="mso-tab-count: 1;">                 </span>Ao mesmo tempo, paradoxalmente, afirmam que o cigarro apresenta índice de qualidade, porque submetido a “controle de qualidade”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;">  </span><span style="mso-tab-count: 1;">                 </span>Só os de origem duvidosa, os contrabandeados ou falsificados, são produzido com substâncias nocivas à saúde e não possuem controle de qualidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Então, qual a explicação para o fato do Governo, respaldado pelo Ministério da Saúde, autorizar a fabricação de um produto “nocivo à saúde”? </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;">   </span><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Se atestarem que o produto foi submetido a controle de qualidade (porque só os contrabandeados ou falsificados não são submetidos a este controle) estão afirmando que o cigarro produzido legalmente “é de boa qualidade.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Resumindo, temos, então, a seguinte situação: ou o cigarro não é nocivo à saúde, inclusive sendo atestada sua boa qualidade porque submetido a “controle de qualidade” e toda a propaganda antitabagista, inclusive a desenvolvida pelo Ministério da Saúde, é enganosa, ou o cigarro faz mal à saúde, e o Governo, coadjuvado pelo Ministério da Saúde, autoriza a sua fabricação,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>distribuição e consumo, num verdadeiro atentado ao Código do Consumidor!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Não vejo outra explicação para a contradição, senão a busca pelo lucro fácil, não pessoal, evidentemente, mas de recursos para o Governo, além, dos dividendos políticos que advém do colégio eleitoral representado pelos não-fumantes!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Combatem o contrabando, quando, em verdade, não querem, e não podem, é perder um bilhão de dólares.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Everardo Maciel, Secretário da Receita Federal, declarou que<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>“a evasão fiscal por causa do contrabando de cigarros supera R$ 1 bilhão por ano”.</span><a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftnref1" href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/#_ftn1"><span class="CaracteresdeNotadeRodap"><span style="mso-ansi-font-size: 12.0pt;"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="CaracteresdeNotadeRodap"><span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: AR-SA; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">[1]</span></span></span></span></span></a><span style="color: black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Agora&#8230; O problema do cigarro contrabandeado é tão séria que, anualmente, se realiza o</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 18pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">SEMINÁRIO INTERNACIONAL</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 22pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">SOBRE FRAUDES NO</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 22pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">SETOR DE CIGARROS</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">Brasília – DF, agosto de 2001</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 5.5pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: BakerSignetBT-Roman; color: #231f20; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: BakerSignetBT-Roman;"><span style="font-family: Arial;">APRESENTAÇÃO</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">A publicação dos Anais do Seminário Internacional sobre Fraude no Setor de Cigarros traduz o propósito da Secretaria da Receita Federal (SRF) de divulgar e ampliar o conhecimento sobre o assunto, que atinge de maneira agressiva as sociedades, nacional e estrangeiras. Cabe às instituições governamentaisresponsáveis pelas áreas de administração tributária e aduaneira,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">de saúde, de justiça e de segurança pública enfrentar, de maneira incisiva,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">as questões envolvendo o tema, haja vista as repercussões danosas à economia</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">dos países em que a informalidade do setor é relevante.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">No Seminário, realizado em agosto de 2001, o tema foi alvo de</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">análise por parte de especialistas e autoridades, brasileiras e estrangeiras, proporcionando</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">uma maior compreensão da complexidade do setor, imprescindível</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">ao enfrentamento da questão.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">No que concerne à área de atuação da SRF, a evasão tributária</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">ligada ao setor de cigarros foi objeto de particular interesse, principalmente no</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">que diz respeito ao conhecimento das práticas de combate a fraudes adotadas</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">nos demais países.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">Nesta publicação, apresenta-se o registro das palestras realizadas pelos especialistas, baseado em gravações e traduções simultâneas e, em</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">formato de Anexo, os textos produzidos pelos palestrantes.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">Com a publicação desses anais, a SRF oferece subsídios às discussões</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">sobre o assunto, com vistas a estabelecer políticas efetivas de combate a</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">práticas delituosas no setor de cigarros, principalmente no âmbito dos países</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">integrantes do Mercosul.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">Jorge Antônio Deher Rachid</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-autospace: ideograph-numeric; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: TimesNewRoman; color: #231f20; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"><span style="font-family: Arial;">Secretário-Adjunto da Receita Federal</span></span></p>
<div style="mso-element: footnote-list;">
<span style="font-family: Arial;"><br />
<hr size="1" /></span></p>
<div id="ftn1" style="mso-element: footnote;">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan;"><a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftn1" href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/#_ftnref1"><span class="CaracteresdeNotadeRodap"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="CaracteresdeNotadeRodap"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: AR-SA; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">[1]</span></span></span></span></a><span style="font-size: 13pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"><span style="font-family: Arial;"> <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Revista “Isto É”,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>n.º <span style="color: black;">1509</span>, de 02 de setembro de 1998.</em></span></span></p>
</div>
</div>
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		<title>O IMPOSTO SOBRE O CIGARRO SUSTENTA MINISTÉRIO DE SAÚDE &#8211; 2ª parte</title>
		<link>http://www.trovoadas.com.br/?p=443</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:35:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
SAÚDE &#8211; MINISTRO HUMBERTO COSTA ANUNCIA MEDIDAS CONTRA O TABAGISMO
GOVERNO LIMITARÁ PONTOS DE VENDA DE CIGARROS
Restrições devem atingir supermercados e padarias
 
BRASÍLIA (AE) ‑ DURAMENTE CRITICADO POR ceder às pressões e tornar mais branda a legislação contra a propaganda do cigarro, o Ministério da Saúde agora vai tentar reparar sua imagem. Duas medidas consideradas o bê-á-bá na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="Section1">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm -11.35pt 0pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">SAÚDE &#8211; MINISTRO HUMBERTO COSTA ANUNCIA MEDIDAS CONTRA O TABAGISMO</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">GOVERNO LIMITARÁ PONTOS DE VENDA DE CIGARROS</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Restrições devem atingir supermercados e padarias<span id="more-443"></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: 12pt;">BRASÍLIA (AE) ‑ DURAMENTE CRITICADO POR</span></strong><span style="font-size: 12pt;"> ceder às pressões e tornar mais branda a legislação contra a propaganda do cigarro, o Ministério da Saúde agora vai tentar reparar sua imagem. Duas medidas consideradas o bê-á-bá na luta antitabagista, a restrição dos pontos de venda e o aumento do preço dos cigarros, estão sendo preparadas. 0 ministro da Saúde, Humberto Costa, afirmou que em breve a venda dos cigarros será limitada a alguns pontos, como supermercados e padarias. Além disso, Costa quer apressar o aumento do preço do cigarro brasileiro, o quinto mais barato do mundo. A idéia, que já havia sido anunciada, deverá ser discutida durante uma reunião com o ministro da Fazenda, Antônio Palocci. A proposta é muito semelhante à que foi feita pelo antecessor de Costa, José Serra: a verba obtida com o aumento de preço seria usada para criar um fundo para pesquisa e tratamento de pacientes com doenças provocadas pelo tabaco. Com uma diferença, porém: parte da verba seria usada também para combater o contrabando do cigarro. Esse adendo foi a solução encontrada pelo ministério para combater a resistência ao aumento do preço: &#8220;Se houver maior infra‑estrutura para deter o contrabando, não há motivo para barrar a proposta&#8221;, ponderou Costa. 0 ministro da Saúde ainda não definiu se a restrição dos postos de venda e o aumento de preços serão feitas simultaneamente. As duas medidas podem reverter o desgaste provocado com a alteração da lei que restringe a propaganda de cigarro ‑ principalmente para o Ministro que, durante seu discurso posse, prometeu &#8220;ser implacável contra o cigarro&#8221;. <strong>Fórmula 1</strong> &#8211; A mudança foi definida em uma medida provisória assinada às vésperas do Grande Prêmio de<span style="mso-spacerun: yes;">   </span>Formula‑1, em São Paulo. Com ela carros puderam correr exibindo o logotipo de marcas de cigarro patrocinadoras de várias escuderias. U exigência para que o Brasil foi; mantido no calendário de F 1. &#8220;Para respeitar o contrato garantir a corrida no Brasil, fizemos a alteração&#8221;, justificou o ministro durante reunião do Conselho Nacional de Saúde, em Brasília. l voltou a defender a atitude, diz do que a medida provisória agora determina a exibição de alerte pela tevê, tanto para eventos esportivos realizados no país quanto no exterior. Durante a reunião com integrantes do conselho, Costa sugeriu que seus integrantes pressionem deputados para tornar o projeto de conversão da MP em lei &#8220;ainda mais dura.&#8221; 0 presidente da Associação Brasileira de Pós‑Graduação e Saúde Coletiva (Abrasco), José Noronha, que integra o conselho disse que irá defender o retorno proibição da exibição de cartaz de fabricantes de cigarros quando forem patrocinadores de evento</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Esportivo.</span></span></p>
</div>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: AR-SA; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><br style="page-break-before: always; mso-break-type: section-break;" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: AR-SA; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><br style="page-break-before: always; mso-break-type: section-break;" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm -11.35pt 0pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Você deixou de fumar, ou reduziu o consumo, na última vez em que o preço do cigarro foi aumentado?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Não? Nem eu!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">                   Equivocou-se o ex-ministro ao afirmar o cigarro brasileiro é o quinto mais barato do mundo, porque&#8230;</span></span><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<h1>Preço do cigarro brasileiro é terceiro mais caro no mundo</h1>
<h5>Redação SRZD | <a href="http://www.sidneyrezende.com/editoria/economia">Economia</a> | 20/05/2009 11:37</h5>
<div class="editoria">
<p><img src="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/srzd/images/ico_impressao.gif" alt="" width="16" height="16" /><a href="http://www.sidneyrezende.com/noticia/40234+preco+do+cigarro+brasileiro+e+terceiro+mais+caro+no+mundo/preview"><span style="color: #002b6a;">impressão</span></a> | <img src="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/srzd/images/ico_email.gif" alt="" width="16" height="16" /><a href="http://www.sidneyrezende.com/xmlnuke.php?module=srzd.noticia.enviarnoticia&amp;idnoticia=40234"><span style="color: #002b6a;">Envie por e-mail</span></a> | <img src="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/srzd/images/icone_rss_12.gif" alt="" width="12" height="12" /><a href="http://www.sidneyrezende.com/editoria/economia/rss"><span style="color: #40608f;">RSS</span></a></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Aqueles que vêm pensando em largar o cigarro têm mais um motivo para deixar o vício: o peso no bolso. Um estudo da Fundação Getúlio Vargas, divulgado nesta terça-feira, revelou que o preço do maço no Brasil é o terceiro mais alto do mundo. Isso num mercado em que são vendidos quatro bilhões de maços por ano.</p>
<p>Em Abril, antes da elevação das alíquotas de impostos sobre o produto, o país era o sexto no ranking. Segundo José Antonio Schontag, professor da FGV e autor do estudo, foram analisados os preços de duas marcas em cada um dos países: a marca mais vendida, que no caso do Brasil é o Derby, fabricado pela Souza Cruz, e o Marlboro, da Philip Morris, por ser uma marca comum a todos os mercados analisados.</p>
<p><a href="http://www.sidneyrezende.com/noticia/40234+preco+do+cigarro+brasileiro+e+terceiro+mais+caro+no+mundo">http://www.sidneyrezende.com/noticia/40234+preco+do+cigarro+brasileiro+e+terceiro+mais+caro+no+mundo</a></p>
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		<item>
		<title>Com 04 meses de vigência a lei antifumo de Curitiba, começa perder a unanimidade no parlamento municipal. Foi apresentado o primeiro projeto para Criação de &#8220;Bar Exclusivo de Fumantes&#8221;.</title>
		<link>http://www.trovoadas.com.br/?p=437</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 14:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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ASSOCIAÇÃO  BRASILEIRA DE BARES E CASAS NOTURNAS (ABRABAR)
 
  

 
ANALISE E RESULTADOS DA LEI ANTIFUMANTE CURITIBANA
 
Uma constatação clara e real que o movimento nos estabelecimentos não está estável, principalmente o consumo continuo de bebidas e alimentos que houve queda variando em 19% nos bares e 33% Casas Noturnas em estabelecimentos que não possuem espaço ao ar livre intramuros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">ASSOCIAÇÃO  BRASILEIRA DE BARES E CASAS NOTURNAS (ABRABAR)</span></strong><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><br />
</span></strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> <br />
  <span id="more-437"></span><br />
</span><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong></strong> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">ANALISE E RESULTADOS DA LEI ANTIFUMANTE CURITIBANA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Uma constatação clara e real que o movimento nos estabelecimentos não está estável, principalmente o consumo continuo de bebidas e alimentos que houve queda variando em 19% nos bares e 33% Casas Noturnas em estabelecimentos que não possuem espaço ao ar livre intramuros ou adaptação externa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Também vale ressaltar que não houve queda na venda dos produtos do tabaco. Portanto a lei só mexeu com o comportamento e não com hábitos, transferindo somente o local de consumo. Já que as autoridades alardeavam e previam queda no consumo e vendas dos produtos.<br />
 <br />
Para se ter uma idéia das 39 atuações em Curitiba, somente 14 são Bares/Casas noturnas, e nem todos por estar alguém fumando e sim por falta de sinalização da lei ou por bitucas no chão ou simplesmente da presença de cinzeiros nas mesas, já que o cinzeiro não serve somente para estacionar os cigarros e sim como deposito de palitos, chicletes, balas, embalagens e guardanapos, detalhe multa realmente não foi aplicada, o surpreendente nas autuações são os espaços públicos, como os terminais (URBS). Principalmente a falta de autuação em prédio público.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">CRONOLOGIA, AUTOR E DO PEDIDO DE ALTERAÇÃO E JUSTIFICATIVA </span></span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p><strong><span> </span></strong><strong><span><strong><span> </p>
<p></span></strong></span></strong></p>
<p></span></strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">A Lei antifumo foi aprovada em Curitiba, em primeira votação no dia 04 agosto de 2009 e sancionada, no dia 19/08/09 e em vigor desde o dia 19 novembro de 2009, em menos de 04 meses já teve o seu primeiro pedido de alteração, trata-se do projeto de lei 005.00047.2010, protocolado no dia 10/03/09, de autoria do <strong>Vereador Professor Galdino (PSDB). O que apoiamos o projeto totalmente.</strong></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Alias o autor é do mesmo partido do prefeito, mas que manteve a coerência ao apresentar esta alteração, já que no dia da votação questionou a arbitrariedade e a discriminação com os fumantes. <br />
 <br />
<strong>Acrescenta e altera dispositivos da Lei n° 13.254, de 19 de agosto de 2009, que &#8220;DISPÕE SOBRE AS RESTRIÇÕES AO USO DE PRODUTOS FUMÍGENOS NO MUNICÍPIO DE CURITIBA&#8221;.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Art. 1°. O artigo 4° da Lei n° 13.254, de 19 de agosto de 2009, passa a vigorar acrescido de inciso VII, no seguinte teor:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong>&#8220;VII &#8211; aos bares que optarem por permitir o uso de produto fumígeno dentro de seu estabelecimento, que sejam devidamente cadastrados na Prefeitura, e que afixem aviso na respectiva entrada, de forma clara, com a seguinte inscrição: &#8220;Bar para Fumantes&#8221;.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Art. 2°. O parágrafo único do artigo 4° da Lei n° 13.254, de 19 de agosto de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">&#8220;Parágrafo Único. Nos locais indicados nos incisos I, II, V <strong>e VII</strong> deste artigo, deverão ser adotadas condições de isolamento, ventilação ou exaustão do ar que impeçam a contaminação de ambientes protegidos por esta Lei.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Art. 3°. Esta Lei entra e vigor na data de sua publicação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">JUSTIFICATIVA</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">A presente proposta de alteração da Lei Antifumo busca fornecer opções de bares para pessoas fumantes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">        A Lei Antifumo proibiu o uso de produtos fumígenos em todos os bares da cidade, deixando os fumantes sem opções. O que pretendemos é que se dê opções tanto para os fumantes quanto para não fumantes. A cidade de Curitiba é a segunda capital brasileira em número de consumidores regulares de cigarro, com 21,8% da população, segundo pesquisa do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (INCA) realizada em 2005.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">        Com o fácil acesso à informação nos tempos atuais, grande parte da população sabe dos malefícios causados pelo cigarro,  mas mesmo com a ciência dos malefícios as pessoas têm o direito de optar por este caminho prejudicial. O que deve ser evitada é a interferência dos fumantes na saúde dos não fumantes, que ocorre através do fumo passivo, quando a fumaça do cigarro é inalada por outrem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">        Não podemos esquecer que o cigarro é uma droga lícita, sendo assim, deve-se respeitar a liberdade de quem a utiliza. A pessoa que compra cigarros está no seu direito, inclusive porque está pagando altos tributos ao Estado (mais de 80% do valor do cigarro são tributos embutidos).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">        Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Percival Maricato, diretor jurídico da ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), defende que a escolha de permitir ou não fumantes deve ser tomada pelo estabelecimento. Segundo ele, &#8220;a escolha de ser ou não um fumante é legítima. Assim como é legítimo por parte dos estabelecimentos determinar se ele vai ou não aceitar fumantes. Se o mercado pudesse optar, certamente você teria centenas de milhares de bares para fumantes e outro tanto desse para não-fumantes na cidade. E aí o cliente escolheria.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">        Não somos contra a Lei Antifumo e, ao contrário, damos muita importância a essa lei, pois os benefícios trazidos são muitos. Porém não podemos analisar a problemática apenas de um dos lados, também devemos respeitar a opção de quem é fumante e oferecer alternativas para essas pessoas. Contanto que pessoas que não querem entrar em contato com a fumaça dos produtos fumígenos não sejam afetadas, pode-se permitir que o estabelecimento decida sobre a permissão ou não do fumo em seu estabelecimento. Para que o bar possa se tornar &#8220;Bar para Fumantes&#8221;, deverá ser devidamente cadastrado na Prefeitura, para que se tenha maior controle sobre o funcionamento desses estabelecimentos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">        Enfim, acreditamos que o cigarro deve ser combatido pelos seus malefícios à saúde das pessoas. Porém, acima disso, se encontra a liberdade dos indivíduos no uso de uma droga lícita. Contanto que a liberdade de fumar não interfira na saúde alheia, é legítima a opção das pessoas em fumar e frequentar locais próprios para fumantes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="mhtml:{2AA8295F-3734-4BE7-BFDE-E0A07B6D4697}mid://00000015/!x-usc:http://www.cmc.pr.gov.br/wspl/sistema/ProposicaoDetalhesForm.do?select_action=&amp;ordena=005.00016.2010&amp;popup=s&amp;chamado_por_link&amp;pro_id=50758"><span style="color: blue; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">http://www.cmc.pr.gov.br/wspl/sistema/ProposicaoDetalhesForm.do?select_action=&amp;ordena=005.00016.2010&amp;popup=s&amp;chamado_por_link&amp;pro_id=50758</span></a></span></p>
</div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Comissão do Senado aprova projeto que proíbe fumo em locais públicos no país</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 18:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
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Comissão do Senado aprova projeto que proíbe fumo em locais públicos no país


Folha OnLine



Data: 11/03/2010  




A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou ontem projeto de lei que proíbe o fumo em locais públicos e privados de uso coletivo do país – salvo em áreas destinadas exclusivamente para o fumo. O projeto define como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" width="532" align="center" bordercolor="#000000">
<tbody>
<tr>
<td class="texto"><strong>Comissão do Senado aprova projeto que proíbe fumo em locais públicos no país</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto"><em>Folha OnLine</em></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto"><strong><span id="more-434"></span></strong></p>
<p><strong>Data: </strong>11/03/2010  </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto">
<div>
<p>A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou ontem projeto de lei que proíbe o fumo em locais públicos e privados de uso coletivo do país – salvo em áreas destinadas exclusivamente para o fumo. O projeto define como recinto coletivo como o local coberto e fechado, total ou parcialmente, em dois ou mais lados, de forma permanente ou provisória, onde haja circulação de pessoas. Nesses locais, o fumo fica proibido – caso o projeto seja aprovado pelo Congresso.</p>
<p>A proibição já vale atualmente em alguns Estados, como São Paulo e o Distrito Federal, baseada em leis estaduais ou distritais. Se o projeto acabar aprovado no Congresso, a medida terá que vigorar em todo o território nacional.</p>
<p>&#8220;A matéria é de grande relevância e induz ao desafio posto ao parlamento brasileiro de implementar normas que enfrentem a exposição das pessoas à fumaça do tabaco, compreendendo essa prática como um risco à vida. O cigarro é o maior problema de saúde pública mundial&#8221;, argumentou a senadora Marina Silva (PV-AC), relatora do projeto na CCJ.</p>
<p>A senadora afirma, ainda, que o fumo &#8220;mata mais que a AIDS, a malária e a varíola juntas&#8221;, segundo dados do Ministério da Saúde. &#8220;Do ponto de vista ambiental, o fumo provoca diversos estragos. Florestas inteiras são devastadas para alimentar os fornos à lenha que secam as folhas do fumo antes de serem industrializadas&#8221;, afirma Marina.</p>
<p>O texto estabelece que a proibição deve entrar em vigor 180 dias depois da sua aprovação pelo Congresso. O projeto segue para análise da CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado, depois tem que ser votado pelos plenários da Câmara e do Senado.</p>
<p> </p></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_rodape" colspan="3" align="center"><img src="mhtml:{2AA8295F-3734-4BE7-BFDE-E0A07B6D4697}mid://00000002/!x-usc:http://www.editoramagister.com/img/separador_hor.jpg" alt="separador" width="399" height="12" /></p>
<p><a class="cinza" href="mhtml:{2AA8295F-3734-4BE7-BFDE-E0A07B6D4697}mid://00000002/!x-usc:http://www.editoramagister.com/">www.editoramagister.com</a></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_desize" colspan="3" align="center">
<div>
<p> </p></div>
</td>
</tr>
</tbody>
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		<title>O IMPOSTO SOBRE O CIGARRO SUSTENTA MINISTÉRIO DE SAÚDE &#8211; 1ª parte</title>
		<link>http://www.trovoadas.com.br/?p=431</link>
		<comments>http://www.trovoadas.com.br/?p=431#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 18:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
 
                   Uma das últimas falácias utilizadas pelos antitabagistas foi de que o Ministério da Saúde gasta mais dinheiro para atender os pacientes com problemas oriundos do tabagismo do que com os impostos que arrecadado, sendo preferível o trabalho preventivo.
                   É esta a mais deslavada desculpa que os antitabagistas poderiam argumentar, porque, em verdade os impostos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt; mso-pagination: widow-orphan; mso-list: l0 level2 lfo1; tab-stops: list 0cm left 2.0cm center 290.7pt right 506.7pt;"><span style="font-size: 12pt;"><em><span style="font-family: Arial;"></span></em></span></h2>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> <span id="more-431"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Uma das últimas falácias utilizadas pelos antitabagistas foi de que o Ministério da Saúde gasta mais dinheiro para atender os pacientes com problemas oriundos do tabagismo do que com os impostos que arrecadado, sendo preferível o trabalho preventivo.</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>É esta a mais deslavada desculpa que os antitabagistas poderiam argumentar, porque, em verdade os impostos arrecadados com a indústria tabagista sustentam o Sistema Único de Saúde no Brasil</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Repito:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="Blockquote" style="text-align: justify; margin: 5pt 18pt 5pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 290.7pt right 506.7pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;">NÓS,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>FUMANTES, SUSTENTAMOS O</span></span></strong></p>
<p class="Blockquote" style="text-align: justify; margin: 5pt 18pt 5pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 290.7pt right 506.7pt;"><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">MINISTÉRIO DA SAÚDE</span></strong><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"> </span></em></span></p>
<p class="Blockquote" style="text-align: justify; margin: 5pt 18pt 5pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>o Ministério da Saúde recebeu uma dotação orçamentária de 21,1 bilhões de reais, em 2002. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Nos arrecadamos cerca de R$ 29 bilhões de reais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Indiscutível é que arrecadamos mais que o Ministério da Saúde gasta.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Conclusão lógica é que nos pagamos, através de impostos, não só o tratamento dos fumantes, mas também de todos os que dependem do Ministério da Saúde. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Resta claro, portanto, que imposto sobre o cigarro é de fundamental importância para a economia brasileira. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Se isto não fosse verdade, o governo não procuraria, a todo custo, elevar o preço do cigarro. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>No mês de junho de 2002, o Governo anunciou a redução do preço da carteira<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>de cigarro. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Aumentou o preço dos cigarros de primeira linha, manteve os da segunda e baixou os de terceira.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Isto significa que o consumo na classe de menor poder aquisitiva estava caindo e, de conseqüência, a arrecadação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Reduziu o preço da carteiras de cigarro na classe de menor poder aquisitivo, o que aumentou o consumo.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Aumentado o consumo, manteve, no mínimo, a mesma arrecadação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Com aumento do consumo na classe de menor poder aquisitivo e aumento nos preços na de maior, não resta a menor dúvida de que o Governo aumentou a arrecadação de impostos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Nas duas páginas seguintes vocês poderão conferir que, efetivamente, isto ocorreu.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Notem que “Derby Vermelho”, “Derby Prata” e “Derby Azul”, pela tabela em entrou em vigor a partir de 12/08/02, tiveram os preço reduzidos de R$ 1,10 para R$ 1,00.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Na tabela que entrou em vigor no dia 30/09/02 o preço das marcas citadas subiram de R$ 1,00 para R$ 1,25.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Foram aumentados de R$ 1,25 para R$ 1,40 as marcas “Hilton Slims, Ritz Slim, Hilton KS e Hilton LS.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="font-family: Arial;">De R$ 1,40 para R$ 1,50 as marcas Hollywood RED, Hollywood BLUE, Hollywood Green Menthol Belmont.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">As demais marcas tiveram os preços mantidos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 347.4pt right 563.4pt;"><strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A FALÁCIA DE AUEMNTAR O PREÇO PARA DIMINUIR O CONSUMO</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Sem a menor constrangimento, sustentam que a elevação do preço reduziria o consumo!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 12pt;">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)-Brasil <br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A tributação do tabaco representa uma das mais efetivas medidas isoladas para reduzir o tabagismo. Um aumento de 10% no preço real dos produtos do tabaco pode vir a gerar um declínio de 4% do consumo nos países de alta renda a um declínio de 8% nos de renda baixa ou média. No lado da oferta, uma intervenção eficaz na redução do use é o controle do contrabando de tabaco. Quase uma terça parte de todos os cigarros exportados é vendida como produtos contrabandeados. A ampla disponibilidade de cigarros de contrabando enfraquece as políticas tributárias adotadas pelos governos para reduzir a demanda pelo consumo a priva os cofres públicos de receita fiscal. O contrabando não constitui apenas uma função das diferenças de níveis de tributação entre países, mas se relaciona estreitamente com o nível de corrupção em dado país.</span><a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftnref1" href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/#_ftn1"><span class="CaracteresdeNotadeRodap"><span style="mso-ansi-font-size: 12.0pt;"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="CaracteresdeNotadeRodap"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: AR-SA; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">[1]</span></strong></span></span></span></span></a><span style="font-family: Arial;"> </span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm -11.35pt 0pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm -11.35pt 0pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="mso-tab-count: 1;">                   </span>Agora, o Sr. Ministro da Saúde, Humberto da Costa, pretende aumentar o preço do cigarro, com uma justificativa, no mínimo hilariante, de que,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>“</span><span style="font-size: 12pt;">a verba obtida com o aumento de preço seria usada para criar um fundo para pesquisa e tratamento de pacientes com doenças provocadas pelo tabaco. Com uma diferença, porém: parte da verba seria usada também para combater o contrabando do cigarro”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm -11.35pt 0pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<div style="mso-element: footnote-list;">
<span style="font-family: Arial;"><br />
<hr size="1" /></span></p>
<div id="ftn1" style="mso-element: footnote;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm -11.35pt 0pt 0cm;"><a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftn1" href="http://www.trovoadas.com.br/wp-admin/#_ftnref1"><span class="CaracteresdeNotadeRodap"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="CaracteresdeNotadeRodap"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: AR-SA; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">[1]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: x-small;"> </span><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="color: black; font-size: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;">http://www.opas.org.br/sistema/fotos/tabaco.htm#Resumo%20de%20Intervenções%20que%20Deram%20Bons%20Resultados</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm -11.35pt 0pt 0cm;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"> </span></p>
</div>
</div>
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		<title>COMISSÕES / Constituição e Justiça</title>
		<link>http://www.trovoadas.com.br/?p=424</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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27/11/2009 &#8211; 16h39
CCJ vota projetos que proíbem o fumo

Na pauta da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) de quarta-feira (2) estão três projetos que proíbem ou restringem o consumo de produtos derivados do tabaco em ambientes fechados. A relatora da matéria, senadora Marina Silva (PV-AC), apresentou voto favorável à aprovação do Projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #990000; font-size: 12pt;"><span id="more-424"></span><br />
<span style="font-family: Arial;">27/11/2009 &#8211; 16h39</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 14.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><strong><span style="color: #295d84; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">CCJ vota projetos que proíbem o fumo</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;" align="center"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Na pauta da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) de quarta-feira (2) estão três projetos que proíbem ou restringem o consumo de produtos derivados do tabaco em ambientes fechados. A relatora da matéria, senadora Marina Silva (PV-AC), apresentou voto favorável à aprovação do </span><a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=87057" target="_blank"><strong><span style="color: #003366; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-family: Arial;">Projeto de Lei do Senado (PLS) 315/08</span></span></strong></a><span style="font-family: Arial;">, de autoria do senador Tião Viana (PT-AC), e pela rejeição dos </span><a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=76247" target="_blank"><strong><span style="color: #003366; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-family: Arial;">PLS 420/05</span></span></strong></a><span style="font-family: Arial;"> e </span><a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=87056" target="_blank"><strong><span style="color: #003366; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-family: Arial;">316/08</span></span></strong></a><span style="font-family: Arial;">, de autoria dos senadores Magno Malta (PR-ES) e Romero Jucá (PMDB-RR), respectivamente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">As três propostas alteram a Lei nº 9.294/96, que dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumígenos, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas. Mas, enquanto o projeto apresentado por Tião Viana proíbe cabalmente proíbe o uso de produtos fumígenos em ambientes fechados, públicos ou privados, as outras duas propostas permitem seu uso em áreas segregadas dos ambientes comuns.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A relatora lembra que somente a proposta de Tião Viana se ajusta à Convenção-Quadro para o controle do uso do tabaco, assinada pelo Brasil em 16 de junho de 2003. A Convenção, assinala Marina Silva, &#8220;foi o primeiro tratado internacional de saúde pública, desenvolvido ao longo de quatro anos, a pedido dos 192 países membros da Organização Mundial da Saúde (OMS), com o objetivo de proteger as gerações presentes e futuras das devastadoras consequências sanitárias, sociais, ambientais e econômicas geradas pelo consumo e exposição à fumaça do tabaco&#8221;. Essa Convenção enfatiza que &#8220;ventilação e filtração do ar não são suficientes para reduzir a exposição passiva aos malefícios da fumaça&#8221;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A relatora apresentou uma emenda ao projeto, para que a proibição do fumo seja exigida somente em ambientes coletivos fechados, &#8220;uma vez que a redação atual do projeto inviabilizaria o uso de produtos fumígenos inclusive na residência do fumante, constituindo-se em restrição desarrazoada a direito, considerada a legalidade do uso de tais produtos&#8221;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A emenda, porém, tal qual está no voto de Marina Silva, altera também o tipo de ambiente. O projeto original de Tião Viana restringe o fumo apenas em ambientes fechados: &#8220;É proibido o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto fumígero, derivado ou não de tabaco, em ambiente fechado, público ou privado&#8221;. Já a emenda da relatora fala em recintos coletivos, não importando se fechados ou não: &#8220;É proibido o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público&#8221;. A legislação em vigor, por sua vez, determina: &#8220;É proibido o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público, salvo em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente&#8221;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Já com relação aos termos fumígeno e fumígero, ressalte-se que os dicionários Aurélio e Huaiss abonam o primeiro, mas não reconhecem o segundo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A senadora citou diversos malefícios ambientais causados pelo cigarro. Segundo ela, para a produção de cada 300 cigarros, uma árvore é queimada nos fornos à lenha que secam as folhas do fumo antes de serem industrializadas. Agricultores e o ecossistema são prejudicados pelo uso de potentes agrotóxicos usados para melhorar a produtividade das plantações de tabaco. Marina Silva disse ainda que os filtros de cigarros atirados em lagos, rios, mares, florestas e jardins demoram 100 anos para se degradarem e que aproximadamente um quarto de todos os incêndios são provocados por pontas de cigarros acesas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Com relação aos malefícios à saúde das pessoas, a relatora citou dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) segundo os quais há 30 milhões de fumantes no Brasil, onde o fumo provocou, nos últimos 30 anos, 1 milhão de óbitos e deve provocar, nos próximos 15 anos, mais de 7 milhões de mortes. Ainda segundo o Inca, o Sistema Único de Saúde gasta pelo menos R$ 19,15 milhões por ano com diagnóstico e tratamento de doenças causadas pelo tabagismo passivo. Essas despesas aumentam com o pagamento, pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), de mais de R$ 18 milhões por ano com pensões e benefícios relacionados ao fumo passivo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A senadora enfatizou ainda a inexistência de estudos que comprovem qualquer efeito negativo sobre o comércio ou a indústria hoteleira e de turismo com a entrada em vigor de leis antifumo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A discussão sobre a proibição nacional de uso de derivados do tabaco em ambientes fechados vem no momento em que diversas cidades brasileiras criam leis similares ou debatem sua criação, como no caso de São Paulo e Rio de Janeiro. Na capital federal o fumo em ambientes fechados já é restrito, respeitando o que está escrito na legislação em vigor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #336699; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">José Paulo Tupynambá / Agência Senado</span></span><span style="color: black; font-size: 12pt;"><br />
</span><em><span style="color: #666666; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><em><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: 6.5pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 9.5pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A Senadora Marina Silva não é uma pessoa desinformada. Logo&#8230; Só pode estar agindo de má-fé, quando afirmou:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; background: white;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">A relatora lembra que somente a proposta de Tião Viana se ajusta à Convenção-Quadro para o controle do uso do tabaco, assinada pelo Brasil em 16 de junho de 2003. A Convenção, assinala Marina Silva, &#8220;foi o primeiro tratado internacional de saúde pública, desenvolvido ao longo de quatro anos, a pedido dos 192 países membros da Organização Mundial da Saúde (OMS), com o objetivo de proteger as gerações presentes e futuras das devastadoras consequências sanitárias, sociais, ambientais e econômicas geradas pelo consumo e exposição à fumaça do tabaco&#8221;. Essa Convenção enfatiza que &#8220;ventilação e filtração do ar não são suficientes para reduzir a exposição passiva aos malefícios da fumaça&#8221;</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; background: white;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;">  </span><span style="mso-tab-count: 1;">          </span>A Convenção <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">NÃO</em></strong> “enfatiza que &#8220;ventilação e filtração do ar não são suficientes para reduzir a exposição passiva aos malefícios da fumaça&#8221;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #444444; font-size: 12pt;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Por outro lado. o</span><span style="font-size: 12pt;"> ministro da Saúde Humberto Costa, disse:<span style="color: #444444;"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: Verdana; color: black; font-size: 9.5pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-size: 16pt;"><span style="font-family: Arial;">Quase a totalidade da convenção sobre fumo prevê já na legislação brasileira, afirma ministro </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">09:42</span></span></strong><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"><br />
<em>Irene Lobo</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><em><span style="font-size: 12pt;"><br />
<span style="font-family: Arial;">Repórter da Agência Brasil</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><em><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">l</span></span></em><span style="font-size: 12pt;"></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Brasília &#8211; Cerca de 95% das propostas contidas na Conveção-Quadro para o Controle do Tabaco já constam na legislação brasileira. O ministro da Saúde Humberto Costa disse que esse será o principal argumento a ser apresentado aos senadores durante o encontro já solicitado ao senador Fernando Bezerra (PTB/RN), relator do projeto que trata do tema na casa. &#8220;Nós vamos referendar coisas que já fazemos aqui&#8221;, disse Costa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"></p>
<p><span style="font-family: Arial;">As principais medidas propostas pela Convenção para diminuir o consumo do tabaco incluem ações relacionadas à propaganda e promoção dos produtos derivados do tabaco, ao patrocínio e ao aumento dos impostos sobre o cigarro, entre outras medidas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"></p>
<p><span style="font-family: Arial;">No Brasil, a propaganda de cigarros já é regulada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A lei n.º 9294/96, por exemplo, determina que a propaganda comercial de produtos derivados de tabaco nas emissoras de rádio e televisão só podem ser veiculadas no horário compreendido entre as 21 horas e as seis horas da manhã</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">.</p>
<p>Mas a medida que mais preocupa as indústrias e os produtores de fumo diz respeito à substituição gradativa da produção do tabaco por outros produtos. Essa é a opinião do secretário-executivo da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Fumo, Francisco Signor. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"></p>
<p><span style="font-family: Arial;">&#8220;A Conveção-Quadro opera de uma forma sistêmica, começando por campanhas que reduzem o consumo do tabaco, mas que certamente se houver a redução do tabaco até o limite final nós saberemos que haverá a extinção do plantio de fumo&#8221;, afirma.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O ministro Humberto Costa tenta tranqüilizar os produtores. &#8220;A Convenção-Quadro não prevê a erradicação do plantio de tabaco e nem prevê que o governo deixe de dar subsídios para a agricultura que produz o tabaco&#8221;, afirma o ministro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Segundo Costa, as ações que já são desenvolvidas em âmbito internacional vão reduzir o consumo do tabaco a partir de 2010. No Brasil, de acordo com o Anuário Brasileiro do Fumo 2004, 130 bilhões de unidades de cigarro foram comercializadas em 2003. No ano anterior, o mercado havia fechado em 142 milhões, uma queda de quase 10% no consumo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Já a safra brasileira de 2003/2004 produziu 252 mil toneladas de fumo a mais que a anterior, o que significa uma renda de R$ 3,6 bilhões somente para as famílias que trabalham na produção do tabaco. O faturamento total gerado pelo produto alcançou R$ 13,1 bilhões na safra de 2002/2003. Desse total, 49,3% foram destinados ao pagamento de tributos, cerca de R$ 6,4 bilhões.</p>
<p>Na opinião do ministro, a substituição gradativa das plantações de fumo é uma das alternativas que o país precisa avaliar antes da diminuição do mercado para os plantadores de fumo. &#8220;Não é que nós vamos eliminar, erradicar a plantação de fumo, o que nós vamos é pensar em como, no momento em que não houver mais mercado para esses plantadores, essas pessoas vão sobreviver&#8221;. <strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 14pt 0cm; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: 12pt;">27/11/2004</span><span style="font-size: 12pt;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><a href="http://www.radiobras.gov.br/materia_i_2004.php?materia=207232&amp;q=1&amp;editoria"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; color: #0000ff;">http://www.radiobras.gov.br/materia_i_2004.php?materia=207232&amp;q=1&amp;editoria</span></span></a><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">=</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;">Destaco da reportagem:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="color: black; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="mso-bidi-font-size: 14.0pt;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Arial;">Mas a medida que mais preocupa as indústrias e os produtores de fumo diz respeito à substituição gradativa da produção do tabaco por outros produtos. Essa é a opinião do secretário-executivo da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Fumo, Francisco Signor.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>&#8220;A Conveção-Quadro opera de uma forma sistêmica, começando por campanhas que reduzem o consumo do tabaco, mas que certamente se houver a redução do tabaco até o limite final nós saberemos que haverá a extinção do plantio de fumo&#8221;, afirma. O ministro Humberto Costa tenta tranqüilizar os produtores. &#8220;A Convenção-Quadro não prevê a erradicação do plantio de tabaco e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">nem prevê que o governo deixe de dar subsídios para a agricultura que produz o tabaco&#8221;,</strong> afirma o ministro.</span></span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="mso-bidi-font-size: 14.0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 2.0cm center 234.0pt right 450.0pt;"><span style="mso-bidi-font-size: 14.0pt;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">               </span>Temos, então, que a produção de fumo é subsidiada e que o governo tem muito interesse na sua produção, mas, ao mesmo tempo, “combate”, com veemência” a indústria tabagista!</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: Arial;"><br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></p>
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		<title>CORRIDA DOS BEBERRÕES</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 16:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>trovao</dc:creator>
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A corrida Cerveja, promovida em Brasília, reuniu pelo menos 4 mil pessoas na tarde de ontem, em uma das principais avenidas da Asa Norte. A organização do evento disse que foram mais de 2.800 corredores inscritos. Uma pequena multidão acompanhou os “competidores”. O desafio incluía o trajeto de três quilômetros a ser percorrido pelos beberrões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span id="more-420"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;">A corrida Cerveja, promovida em Brasília, reuniu pelo menos 4 mil pessoas na tarde de ontem, em uma das principais avenidas da Asa Norte. A organização do evento disse que foram mais de 2.800 corredores inscritos. Uma pequena multidão acompanhou os “competidores”. O desafio incluía o trajeto de três quilômetros a ser percorrido pelos beberrões participantes. As equipes, formadas por duas ou quatro pessoas, tinham que entornar em média 3,6 litros de cerveja por pessoa antes de cruzar a linha de chagada. A ideia de promover a corrida partiu dos estudantes universitários Felipe Costa e Daniel Ribas, recém-formados em Relações Internacionais. Três semanas atrás, eles criaram um blog com as regras e e-mail para as inscrições. Segundo eles, em 24 horas a página teve mais de 5 mil visualizações. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt 177pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;">Jornal “Tribuna do Paraná, edição de 14 de dezembro de 2009, p. 04</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 2;">                   </span>Entendi bem? Os participantes da tal corrida ingeriram 10,080 litros de cerveja (2.800 participantes vezes 3,6 litros <em style="mso-bidi-font-style: normal;">“per capita”).</em></span></span></p>
<h1 style="margin: 12pt 0cm 3pt 70.8pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;">Embriagado&#8230;</span></h1>
<h1 style="margin: 12pt 0cm 3pt 70.8pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;">Provocar acidentes automobilístico&#8230; Pode.</span></h1>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 2;">              </span>Matar pessoas&#8230; Pode!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 2;">              </span>Surrar pessoas&#8230; Pode.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 2;">              </span>Fazer escândalos&#8230; Pode!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 2;">                   </span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">E, mais&#8230;</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 2;">              </span>Ter cirrose hepática&#8230; Pode!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> Fazer propaganda de bebida alcoólica&#8230;Pode!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: large;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 2;">                   </span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">FUMAR NÃO PODE!</strong></span></span></p>
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